Cromoterapia

O que é Cromoterapia?



  É a utilização da luz em seus diferentes comprimentos de onda (as cores que enxergamos) para gerar modificações cerebrais (neuroquímicas) e sistêmicas.
  A luz é uma radiação eletromagnética e sua energia é transmitida através dos fótons.
  A energia liberada ou transportada gera uma frequência vibracional que se distingue, basicamente, em cores quentes ou estimulantes, frias ou calmantes e neutras.
  Como cada cor possui um comprimento de onda e uma frequência específicos, elas tem um comportamento energético próprio, gerando diferentes efeitos no cérebro e no organismo como um todo.
  Os estímulos luminosos agem sobre os neurotransmissores do cérebro e geram modificações neuroquímicas resultando em diferentes sensações.
  Através do uso de diferentes cores no vestuário, na alimentação ou no ambiente (iluminação, cor das paredes ou dos objetos) é possível modificar o estado de espírito, o tipo de emoção e o comportamento que vivenciamos.   

O que são as cores?   



  As cores são na verdade a decomposição da luz (dentro do espectro visível) em diferentes comprimentos de onda, variando seu comprimento de 370nm a 750nm e vibrando em uma frequência compreendida entre 400 e 790THz.
  As cores que observamos nos objetos dependem do comprimento de onda que cada material reflete. O nosso cérebro reconhece as cores através da combinação de sinais que provém dos diferentes cones (células contidas dentro dos olhos).
  A luz entra pela pupila e atinge a retina onde ocorre a transformação da energia luminosa em química, fenômeno conhecido como fototransdução. São os fotorreceptores que realizam a transdução do sinal, eles estão situados na parte posterior da retina em contato com o epitélio pigmentado que absorve o excesso de luz para evitar a distorção da imagem. São de dois tipos, os bastonetes (monocromáticos e mais numerosos) e os cones (responsáveis pela visualização das cores e pela alta acuidade visual).
  Os bastonetes (que também estão presentes dentro dos olhos) possuem um tipo de pigmento a rodopsina, composta por opsina e uma molécula retinal.
  Quando exposta aos fótons presentes na luz a molécula retinal se torna ativa, mudando sua configuração e assim não consegue se ligar a opsina, isto influencia na quantidade de neurotransmissores liberados e na modificação do potencial de membrana.
  Dos fotorreceptores a informação passa através dos neurônios bipolares para as células ganglionares, depois viajam pelo nervo ótico até o SNC, passando pelo mesencéfalo e tálamo até chegarem ao córtex visual onde são traduzidas como imagem.
 Os cones tem uma estrutura básica semelhante, porem possuem três tipos de pigmentos que se excitam através de diferentes comprimentos de onda. O olho possui cones para a luz vermelha, azul e verde. Ambos são estimulados por numerosos comprimentos de onda mas são mais sensíveis a alguns tipos em especifico.



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